terça-feira, 27 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Você sabe o que é Cultura Popular?
Cultura
popular são manifestações culturais como o carnaval, literatura de cordel,
frevo, etc., no qual o povo participa de forma efetiva.
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| Carnaval/dicaserespostas.blogspot.com |
Cordel/portal.mec.br
Entre as
culturas, existem as materiais e as imateriais.
Culturas
materiais são criações humanas realizadas a partir das adaptações aos
diferentes ambientes e relacionada ao contexto que o individuo está inserido.
Ex.: adornos,
ferramentas, armas.
Cultura
imaterial é adquirida a partir do compartilhamento de reflexões, pensamentos,
atividades e crenças de uma sociedade. Transmitida de geração em geração.
Ex.:
celebrações religiosas, formas de expressão.
Capoeira

Frevo/fonte:www.paraiba.com.br
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Arte com Sombras
Tim Noble e Sue Webster
Um foco de luz sobre uma pilha de lixo e as sombras ganham imagens detalhadas.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Estréias em 2013
World War Z
Adaptação do best seller de Max Brooks que traz Brad Pitt e Matttew Fox (o Jack do seriado Lost) no elenco.
O livro World War Z conta a história de Gerry Lane (Pitt), funcionário das Nações Unidas, que corre contra o tempo para brecar a epidemia zumbi que está dizimando exércitos e ameaçando toda a humanidade.
A adaptação é dirigida por Marc Foster (007 – Quantum of Solace).
O filme tem previsão de estreia para 28 de junho de 2013 no Brasil.
Assista ao trailer completo no:O filme tem previsão de estreia para 28 de junho de 2013 no Brasil.
http://www.youtube.com/watch?v=HcwTxRuq-uk
O Homem de Aço
Mais uma aventura do Superman, desta vez o vilão será o General Zod e não o Lex Luthor. Terá no elenco Henry Cavil comoo o homem de aço, Amy Adams como Lois Lane.
Russell Crowe e Kevin Costner também fazem parte do elenco.
Direção de Zack Snyder e produção de Christopher Nolan.
http://www.youtube.com/watch?v=yyFrIQUZpy8
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Abstracionismo ou Arte Abstrata
Abstracionismo refere-se às formas de arte que não são regidas pela figuração ou pela imitação do mundo. O termo liga-se as vanguardas européias da década 1910 e 1920, que recusavam a representação ilusionista da natureza. A decomposição da figura, a simplificação da forma, os novos usos da cor, o descarte da perspectiva e das técnicas de modelageme a rejeição dos jogos convencionais de sombra e luz, , aparecem como traços recorrentes das diferentes orientações abrigadas sob esse rótulo. Inúmeros movimentos e artistas aderem à abstração, que se torna, a partir da década de 1930, em um dos eixos centrais da produção artistica no século XX.
Na arte abstrata é possível notar duas vertentes: A primeira, inclinada ao percurso da emoção, ao ritmo da cor e à expressão de impulsos individuais, encontra suas matrizes no expressionismo e no fauvismo. A segunda, mais afinada com os fundamentos racionalistas das composições cubistas, o rigor matemático e a depuração da forma aparecem descritos como abstração.
As vanguardas russas exemplificam as duas vertentes:
Wassili Kandinsky (1866-1944), representante da primeira, é considerado pioneiro na realização de pinturas não-figurativas com Primeira Aquarela Abstrata (1910) e a série Improvisações (1909/1914). Seu movimento em direção à abstração inspira-se na música e na defesa de uma orientação espiritual da arte, apoiada na teosofia.
Kasimir Malevich (1878-1935) é um dos maiores expoentes da arte abstrata geométrica. Defende uma arte comprometida com a pesquisa metódica da estrutura da imagem.
A geometria suprematista se apresenta nos célebres Quadrado Preto Suprematista (1914/1915) e Quadrado Branco sobre Fundo Branco (1918).
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| Aguarela abstrata - Kandinsky |
| Malevitch, Quadrado Branco em Fundo Branco, 1918 |
Referências:
www.itaucultural.org.br
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
A Arte da Colagem
A colagem é conhecida como um procedimento artístico que consiste em unir pedaços de papel liso, estampado, pintado ou impresso (jornais, embalagens), cartão, tecido ou pequenos objetos sobre um suporte geralmente plano. Começou a ser praticada por diversos grupos de artistas plásticos a partir dos primeiros anos do século XX.
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violao-1913-picasso |
As naturezas mortas compostas de arranjos de vegetais em fruteiras ou cestos, vasos de flores e mesas de cozinha contendo ingredientes para a próxima refeição teve o ápice com as de Paul Cézanne na virada do século XIX para o XX e dão lugar a composições que substituem a Natureza por objetos da Cultura. No lugar de frutas e legumes, encontram-se garrafas, copos, instrumentos musicais, cartas de baralho, objetos igualmente cotidianos e banais, mas manufaturados, produtos da indústria e destinados ao uso após a refeição, simbolizada pela natureza morta. Agora o ambiente — de cafés ou bares retratados por pintores impressionistas — é deixado de lado, buscando-se o objeto, como antes se fazia com os produtos da terra.
Os cubistas são inovadores nestas composições que usam colagens. Recortam papéis no formato do objeto a ser retratado, como é o caso de Violão, de 1913, realizado por Picasso.
Picasso elabora diversas densidades de impressões — de padrão de papel de parede a letras de jornal cada vez menores, até chegar ao preto dominante sobre fundo azul. Impera o violão que vibra, como se tocasse música, mesmo sem cordas. As texturas não estão mais pintadas, apenas indicadas por colagem de papéis que substituem a tinta e imitam a textura e sua representação. Os elementos da colagem ocupam o lugar do desenho e da pintura na composição. Um aparente reverso está no óleo sobre tela Natureza morta com violão, de 1922, também de Picasso. A tela provoca o mesmo efeito anterior, mas desta vez a colagem não usa papéis recortados: os efeitos de vibração e de vida são produto de um jogo entre superfícies formadas a partir de seu preenchimento com cores mais ou menos quentes (amarelo – vermelho – azul), claras ou escuras (branco - cinza - preto), lisas ou grosseiramente listadas, multiplicando as cordas do violão.
Contudo, outras maneiras de fazer colagens se desenvolveram com experiências diferentes. Para Kurt Schwitters, em Hannover, cada bilhetete de bonde, cada envelope, papel de embrulhar queijo, anel de um charuto, solas de sapatos rasgadas, fitas, arames, penas, panos de chão, tudo o que tinha sido jogado fora, transforma-se em um item de uma colagem, disposto de forma a sugerir relações entre as partes. Não é o acaso que organiza papéis, bilhetes, cédulas, embalagens, cartões e outras tantas substâncias descartadas: o acaso fez com que eles fossem encontrados por Schwitters e guardados em seu bolso do paletó. Seriam objets trouvés, atualizados não só no conteúdo, mas como substância: de objetos a matérias primas. Com paciência, o exame minucioso dos papéis e outros materiais coletados possibilita descobrir associações imprevistas, sugerindo novos significados ao que já havia sido transformado em lixo. Não só cores e texturas, mas palavras, ou pedaços delas, imagens, recortes, fragmentos que compõem uma poética visual.
Uma terceira forma de colagem dadaísta, além daquela não figurativa de Arp e da que utiliza restos de papéis impressos, como a de Schwitters, é a que se utiliza de figuras recortadas de revistas, catálogos, fotografias, gravuras e estampas, como faz Max Ernst. Uma das suas primeiras realizações foi Dada-Gauguin, de 1920, abordando o tema de homens-plantas, seres primordiais distanciados da civilização: pelo exotismo ele homenageia Gauguin e suas figuras humanas quase monocromáticas, incorporando cores taitianas. Imensos óvulos ou vaginas dentadas, um falo-cipó, o começo da humanidade e a pureza perigosa. Na colagem É o chapéu que faz o homem (o estilo é do alfaiate), também do mesmo ano, os homens são construídos por colunas de chapéus recortados de catálogos para venda. Dadamax zomba do ditado popular que enquadra qualquer um pelo estilo do chapéu usado: categorias sócio-econômicas visíveis pelo mais supérfulo e simbólico do respeitável vestuário masculino, o chapéu.
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| Dada-Gauguin - Max Ernst. Artist: Max Ernst. Completion Date: 1920 |
Essas duas colagens de 1920 escancaram o humor e a crítica de Ernst. Traduzem a técnica da colagem em procedimento que ultrapassa o recorte de figuras e da invenção de um novo arranjo. As associações produzidas são decorrentes do acaso, mas também resultado de muito estudo. Não há nada de fortuito neste procedimento, a não ser o de ter às mãos um catálogo de chapéus masculinos e daí resolver recortá-los para futura utilização. Depois disto, valem a experiência, a inspiração e a paciência.
Bibliografia:
ponto-e-vírgula | 2007 | PEPG Ciências Sociais-PUC-SP
wikipaintings.org
http://historiasdesagradaveis.blogspot.com.br/search/label/colagens
http://historiasdesagradaveis.blogspot.com.br/search/label/colagens
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
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